domingo, 4 de outubro de 2009

É proibido chorar?

É proibido chorar?
Quando uma dor muito grande chega aos corações dos que se afirmam cristãos e, em especial, dos espíritas, ela se extravasa pelos olhos, em gotas de pranto.Nessa hora, é muito comum os adeptos da mesma filosofia, amigos, parentes se mostrarem admirados ante as lágrimas vertidas e formularem questões como:Por que você está chorando?
Você não é espírita?
Onde está a sua fé?
E os que choram, já com a alma despedaçada, pelo evento triste pelo qual passam, ainda devem administrar essas atitudes que ferem a sensibilidade como lâmina afiada.Então, esses companheiros sofridos, que aguardavam um ombro amigo para chorar, um aperto de mão, um abraço, passam a sofrer em silêncio.Choram por dentro. Porque por fora lhes foi vetado, por censuras tolas e inconsequentes.
* * *
Quem disse que não se pode chorar ante um ser amado que parte para a pátria verdadeira?Quem disse que não se pode verter lágrimas quando a carência bate à porta, nos braços do desemprego; quando o filho se envolve com drogas; quando a ingratidão chega, com seu punhal cruel?Para os que elegemos como Modelo e Guia o Mestre Jesus e nos preocupamos em conhecer a Sua biografia, encontramos nos Evangelhos informações preciosas a respeito da dor e da lágrima.Ao chegar a Betânia e ter a notícia da morte de Lázaro, ante as interrogações que lhe dirige Maria, a irmã de Lázaro, Jesus Se senta sobre uma pedra e chora.Por que teria chorado? Com certeza não pelo amigo que sabia não estar morto, somente em estado letárgico. Contudo, deixou que as lágrimas corressem livres.
Talvez tenha chorado pela incompreensão das pessoas a respeito de quem Ele era, dos objetivos da vida e da certeza da vida imortal.Quando Madalena adentra a sala do banquete, em casa de um certo Simão, e derrama as lágrimas da sua dor, do seu remorso, misturadas às da alegria por ter encontrado o amor que buscava há tanto tempo, Jesus não a repreende.Antes, ensina ao anfitrião: Simão, entrei em tua casa e não me deste água para os pés.
Ela, porém, os banhou com suas lágrimas e os enxugou com seus cabelos.
No trajeto doloroso ao Gólgota, ao Se deparar com as mulheres de Jerusalém, que choram a morte do justo, do ser que lhes abençoou os filhos tantas vezes, Jesus Se detém.Não as recrimina por estarem a chorar. Antes lhes diz que não devem chorar por Ele, que Se encaminha para a glorificação na cruz, mas por elas mesmas e por seus filhos.
Vê-se, portanto, que o Modelo e Guia da Humanidade jamais falou contra as lágrimas da dor ou do arrependimento.Assim, justo é que se chore quando a alma se veste de luto, quando se envolve no manto da dor.
O fato de ser cristão ou de ser espírita-cristão não nos transforma em criaturas insensíveis. Ao contrário, aprende-se a sentir a dor alheia inclusive.
O que não é coerente é o desespero, a lástima, a queixa.Mas, lágrimas?
Por que não, se elas traduzem o estado d´alma em lamento?
Por que não, se o próprio Cristo chorou! Ele, o ser perfeito.
Pensemos nisso e sejamos mais autênticos e sensatos, com ponderações bem ajustadas sobre a dor alheia, que nos merece, ao demais, todo respeito.

Afinal, foi Jesus que nos lecionou: Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia.
Redação do Momento Espírita.Em 28.09.2009.

O oceano seria menor

O oceano seria menor
Aquele dia tinha tudo para ser mais uma jornada comum na vida de Santiago Gori, taxista argentino de 49 anos.Ele pegou uma corrida de quatro quarteirões e deixou um casal de aposentados em seu destino, na cidade de La Plata, a 60km de Buenos Aires.Mais uma corrida ruim
– pensou ele.
Em seguida, pegou outra passageira, que o avisou que havia uma mala no banco de trás.Após deixá-la em seu destino, Santiago abriu a maleta, e viu um monte de dinheiro – mais precisamente, 130 mil pesos – o equivalente a uns 70 mil reais.
Paramos a narrativa aqui para refletir e perguntar: O que você faria no lugar do taxista? O que passaria em sua cabeça? Qual seria sua atitude?
* * *
Vejamos como ele resolveu:Santiago Gori, imediatamente, ao vislumbrar todo aquele dinheiro, pensou: Mas isso não é meu!Seu próximo passo foi devolver a pequena fortuna aos verdadeiros donos, o casal que ele tinha transportado antes.O casal, aliviado, em retribuição, concedeu apenas um Você é um santo!Porém, a história não terminaria aí, e ficaria mais interessante.Sensibilizados pela história de Santiago, dois publicitários criaram espontaneamente uma campanha em prol do taxista.Pretendiam arrecadar exatamente a mesma quantia devolvida por ele.A iniciativa foi um sucesso e Santiago, o taxista generoso, recebeu o equivalente a 130 mil pesos.
* * *
Vale a pena analisar o fato sob vários aspectos.
Primeiro, sem dúvida, a honestidade e generosidade do taxista.
São pessoas assim que mantêm neste mundo a decência e a honradez.
Em segundo, a comoção que causou nas pessoas, a ponto de dois estranhos terem espontaneamente se envolvido numa proposta inusitada.Destaca-se a generosidade dos dois publicitários, mas também a de cada um que, sabendo da história, resolveu dar sua contribuição.Foram todas contribuições anônimas, que buscavam premiar a atitude nobre daquele homem.Percebamos o potencial do bem neste mundo. Fala-se tanto do poder do mal, como ele arrasta e seduz os seres, mas se esquece de que o bem tem potência muito superior.Se resolvêssemos, muitos de nós, investir no bem, em atos nobres, em campanhas, etc, perceberíamos quanto poderíamos transformar este mundo radicalmente.
Alguns já começaram. Levantaram suas bandeiras destemidas e desprendidas e trouxeram sua contribuição.Anônimos do trabalho voluntário que se doam, sem alarde, sem exigir nada em troca. Doam-se, pois já têm dentro de si a bondade que os faz atuantes na comunidade onde vivem.Anônimos de gestos nobres como este lembrado há pouco, que já têm dentro de si a naturalidade do bem.
Madre Teresa de Calcutá, um nobre exemplo de trabalhadora do bem, certa feita afirmou:
Sei que meu trabalho é uma gota no oceano, mas sem ele o oceano seria menor.Pensemos...
Pensemos sobre nossas atitudes, sobre as gotas de amor que já podemos depositar sobre o oceano da vida.
Redação do Momento Espírita, inspirado em narração da Revista Vida simples, de junho de 2009.Em 29.09.2009.

O benefício dos reencontros

O benefício dos reencontros
Existem pessoas que se dizem religiosas, mas fazem a ressalva de que o são à sua maneira.Não costumo ir à Igreja. - diz um.Não frequento o Centro Espírita. – diz outro, e complementa: Mas eu creio em Deus, estudo, leio, faço as minhas orações.A respeito dessa questão, o frequentador de uma Igreja escreveu para o editor de um jornal, reclamando que não fazia sentido ir à Igreja todos os domingos.Eu tenho ido à Igreja por uns 30 anos, – ele escreveu – e durante esse tempo eu ouvi uns três mil sermões. Mas, por minha vida, eu não consigo lembrar de nenhum deles...Assim, eu penso que estou perdendo meu tempo e os padres e os pastores estão desperdiçando o tempo deles pregando sermões.Essa carta iniciou uma grande controvérsia na coluna de cartas ao editor, para prazer do editor-chefe do jornal.Por semanas, ele recebeu e publicou cartas sobre o assunto. Então, alguém escreveu:Eu estou casado há 30 anos. Durante esse tempo, minha esposa deve ter cozinhado umas 32.000 refeições.Mas, por minha vida, eu não consigo lembrar do cardápio de nenhuma dessas 32.000 refeições.Contudo, de uma coisa eu sei. Todas elas me nutriram e me deram a força que eu precisava para fazer o meu trabalho.Se minha esposa não tivesse me dado essas refeições, eu estaria, hoje, fisicamente morto.Da mesma maneira, se não tivesse ido à Igreja, para alimentar a minha fome espiritual, eu estaria hoje, morto, espiritualmente.
* * *
O escritor, cuja carta encerrou a discussão a respeito do assunto de frequência ou não ao templo religioso, utilizou um excelente argumento.Trouxe à memória das pessoas que, quando se vai ao templo, seja a Igreja, a Sinagoga, o Centro Espírita, o que seja, somos agraciados com algo muito especial.Primeiro, com a riqueza imediata do reencontro com os companheiros que comungam da nossa mesma crença religiosa, que se pautam pelos nossos mesmos valores ético-morais.São amigos, companheiros de atividades que nos abraçam, sorriem, ofertando-nos o seu afeto... que nos sustenta.Quantas vezes chegamos tristes, um tanto desalentados por dificuldades que nos atormentam e esses amigos desanuviam a nossa psicosfera individual com suas presenças.Depois, a mensagem do dia que nos alcança, pela boca do padre, do pastor, do coordenador de estudos, permitindo-nos reflexões sempre renovadas.Reflexões que farão toda a diferença em nossa vida.E, enquanto nos é oferecido o ágape para o intelecto, o sentimento, através da exposição oral, do sermão, da palestra, somos envolvidos pelas generosas bênçãos espirituais.Sim, nosso Mestre e Senhor sempre Se faz presente e nos envolve em luz, em harmonia.Afinal, Ele preconizou que onde houvessem dois ou mais reunidos em Seu nome, ali Ele estaria.E Ele próprio, enquanto na Terra, inaugurou esses encontros e reencontros de bênçãos, reunindo-Se com os apóstolos, com os amigos, com os que O buscavam, para as elucidações a respeito do reino que Ele vinha fundar no coração dos homens.Pensemos nisso.
Redação do Momento Espírita, com base em texto colhido da Internet, intitulado Porque ir à Igreja, sem menção a autor.Em 01.10.2009.

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Caminhos da vida

APRENDI...
Que não sei quase nada;
Que sempre precisarei aprender,
Que a vida é muito curta e que não há tempo a perder.
PERCEBI...
Que nem tudo é possível
Que às vezes é difícil sorrir
Que a vida faz jogo duro, mas que eu não vou desistir
ENTENDI
Que quando sofro eu aprendo;
Que a dor me ensina a viver,
Que a vida é um lindo caminho ao qual iremos crescer
DESCOBRI
Que não é fácil viver
Que o destino nos reserva dor
Mas que a tristeza termina
Onde começa o amor.
E que desta vida nada se leva...
SÓ SE DEIXA
Então, deixo o meu melhor... 
Meu melhor sorriso,
Meu maior abraço;
Minha melhor história,
Minha melhor intenção;
Toda minha compreensão,
E minha amizade; deixo a maior porção de todo meu amor e carinho..

domingo, 11 de janeiro de 2009

Em harmonia



Em harmonia
Todos os dias, as notícias nos chegam estarrecedoras.
Manchetes falam de bombas e, em fotos dramáticas, nos dão a conhecer a dor, a morte e a destruição.
As imagens televisivas nos trazem ao conhecimento grande número de assaltos, de roubos e de furtos. A violência chega ao lar pela boca dos próprios filhos que, ao se habituarem, com a agressão de fora, aderem à onda e passam a agredir, igualmente, no verbo e no agir.
Andamos pelas ruas e o trânsito indisciplinado parece nos perseguir os passos.
A natureza se apresenta rebelada contra os maus tratos que o homem lhe vem impondo e estertora; e grita transformando­-se o vento em furacão, pequenos abalos em terremotos alarmantes, chuvas em enchentes que nada respeitam, nem mesmo a vida humana.
Concluímos que ninguém está seguro em lugar algum, desde que temos a nos espreitar pessoas em desequilíbrio, violentas ou indisciplinadas, a fúria dos ventos e das tempestades.
Aturdimo-nos e o cansaço nos domina, dizendo-nos da impossibilidade de lutar contra tantas coisas e de vence ­ las. Contudo, basta que acionemos uma pequena alavanca e outro será o panorama com que nos defrontaremos.
A alavanca da fé.
Os dias que atravessamos são verdadeiramente graves, mas podem ser vencidos com paciência e persistência. Não há nada que nos impeça de manter a tranqüilidade, banhando-nos na fé na Providência Divina.
Sustentados pela certeza do amor Dele, que a tudo provê não nos permitamos desesperar. Afinal, a Terra já conheceu muitos outros períodos de loucura. Momentos em que Espíritos foram provados e venceram, dando testemunho da fé que lhes robustecia as fibras d\'alma.
Recordamos de Joanna d\'Arc enfrentando a fogueira do martírio, em harmonia, guardando energias para perdoar aos que lhe imolavam o corpo.
Também tranqüila permaneceu Joana de Cusa, mártir dos primeiros tempos do Cristianismo que, estribada na sua fé, suportou a fogueira com heroísmo. A serenidade e a tranqüilidade foram sempre marcas registradas dos que afirmaram seguir Jesus.
Os cristãos primitivos compareciam à arena do Circo, portando um sorriso nos lábios que desabrochavam em cânticos de louvor. Conduzamo-nos, pois com bom ânimo, alimentados pelo Evangelho de Jesus, que é luz para o Espírito imortal.
Conservemo-nos em harmonia, apesar do clima de insensatez que impera em muitas almas. Como cristãos, devemos demonstrar a nossa fortaleza, a fim de que nos transformemos em apoio para os que seguem atrás de nós, desesperançados e tristes.
* * *
Os metais, para serem modelados, necessitam experimentar a fornalha ardente. Para revelar a beleza que se encontra em seu interior, o bloco de granito necessita receber os duros golpes do martelo e do cinzel. Pois assim também o Espírito, para se apresentar em toda sua beleza, necessita ser lapidado, e sofrer o calor das dores e das provações, enquanto não impere em sua vida o amor a Deus, o amor ao próximo e o amor a si mesmo.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Mensagem "A verdadeira felicidade"

Você é um ser único e independente no universo.Não se perca nesse mundo.Dê vazão aos seus anseios.Seja você mesmo...Não se deixe levar pelas pressões da propaganda; acredite somente em suas teorias; não chore pelo seu ídolo; não imite a vida ou o hábito de outrem;Somente a sua verdade é a verdadeira; você é seu próprio aprendiz.Abra o coração para a vida e volte a acreditar em você mesmo.Vamos, encontre um lugar para você neste mundo!Você é sua mais bela obra.Sua existência esta no seu ego; sua esperança esta nas suas veias; seus sonhos esta em sua alma; sua fé esta em seu coração; sua vida esta em cada célula de seu ser.Tudo em você vem de você mesmo.Mergulhe em seu íntimo e encontre a resposta para o seu mundo.O amor vem de você mesmo.Seja feliz, vibre, sonhe, cante, grite...Solte suas emoções porque a verdadeira felicidade esta só em você e em mais ninguém.
Ass:Maxwell Alves.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008




1 – Bem-aventurados os mansos, porque eles possuirão a Terra. (Mateus, V: 4).
2 – Bem-aventurados os pacíficos, porque serão chamados filhos de Deus. (Mateus, V: 9)
3 – Ouvistes que foi dito aos antigos: Não matarás, e quem matar será réu no juízo. Pois eu vos digo que todo o que se irá contra o seu irmão será réu no juízo; e o que disser a seu irmão: raca, será réu no conselho; e o que disser: és louco, merecerá a condenação do fogo do inferno. (Mateus, V: 21e 22).

4 – Por essas máximas, Jesus estabeleceu como lei a doçura, a moderação, a mansuetude, a afabilidade e a paciência. E, por conseqüência, condenou a violência, a cólera, e até mesmo toda expressão descortês para com os semelhantes. Raca era entre os hebreus uma expressão de desprezo, que significava homem reles, e era pronunciada cuspindo-se de lado. E Jesus vai ainda mais longe, pois ameaça com o fogo do inferno aquele que disser a seu irmão: És louco.
É evidente que nesta, como em qualquer circunstância, a intenção agrava ou atenua a falta. Mas por que uma simples palavra pode ter tamanha gravidade, para merecer tão severa reprovação? É que toda palavra ofensiva exprime um sentimento contrário à lei de amor e caridade, que deve regular as relações entre os homens, mantendo a união e a concórdia. É um atentado, à benevolência recíproca e à fraternidade, entretendo o ódio e a animosidade. Enfim, porque depois da humildade perante Deus, a caridade para com o próximo é a primeira lei de todo cristão.
5 – Mas o que dizia Jesus por estas palavras: “Bem-aventurados os mansos, porque eles possuirão a Terra?” Não ensinou ele a renúncia aos bens terrenos, prometendo os do céu?
Ao esperar os bens do céu, o homem necessita dos bens da terra para viver. O que ele recomenda, portanto, é que não se dê a estes últimos mais importância que aos primeiros.
Por essas palavras, ele quer dizer que até agora os bens da terra foram açambarcados pelos violentos, em prejuízo dos mansos e pacíficos. Que as estes falta freqüentemente o necessário, enquanto os outros dispõem do supérfluo. E promete que justiça lhes será feita, assim na terra como no céu, porque eles serão chamados filhos de Deus. Quando a lei de amor e caridade for à lei da humanidade, não haverá mais egoísmo; o fraco e o pacífico não serão mais explorados nem espezinhados pelo forte e o violento. Será esse o estado da Terra, quando, segundo a lei do progresso e a promessa de Jesus, ela estiver transformada num mundo feliz, pela expulsão dos maus.


O Evangelho Segundo o Espiritismo.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

O homem Jesus

O homem Jesus

Dezembro é um mês muito especial. Como são todos os meses de dezembro.

As casas, as ruas, as avenidas se enchem de luzes. Cantos, cantigas, dramatizações do nascimento de uma criança singular se reprisam em escolas, templos e associações.

Em nome de um menino, os corações se sensibilizam e cada qual procura tornar muito bom o dia do Natal.

Eclodem emoções. E ante tanta sensibilidade que desfila ao longo desses dias, é de nos indagarmos:

Quem é essa criança cujo nascimento é evocado, mesmo após decorridos mais de vinte séculos da sua morte?

Porque afinal, costumamos comemorar o aniversário na terra dos que estão conosco. Depois que realizam a grande viagem, rumo ao invisível, nós lembramos outras datas.

Mas ninguém pensa em realizar festa de aniversário para aquele que já se foi.

E outro detalhe muito significativo. No dia em que se comemora o aniversário dessa criança, quem recebe os presentes são os que promovem a festa, numa alegre troca de embrulhos, lembranças e mimos.

Só mesmo um Espírito tão grande quanto o do Cristo poderia atravessar os séculos e prosseguir lembrado.

Foi tal a revolução que promoveu no Espírito humano que a Terra O recorda, ano após ano.

Sua revolução não utilizou armas de fogo, ferro ou aço. Foram, no entanto, as mais invencíveis armas do amor e da bondade.

Desde o nascimento, exemplificou. Rei das Estrelas, Senhor dos Espíritos, tornou-Se criança, adolescente, homem e viveu com os homens.

Demonstrando, através de pouco mais de três décadas que não importam as circunstâncias, quem deseja ser bom pode sê-lo.

Viveu em período em que a política romana comandava o mundo, em que a hipocrisia farisaica imperava e, no entanto, manteve-Se puro.

Lecionando humildade ao nascer em um berço de palha, traduziu a lição do trabalho na carpintaria de Seu pai José.

Ele, que moldara, junto com o Pai Supremo as formas da Terra que habitamos, não Se envergonhou de domar a madeira e transformá-la em bancos, mesas, utensílios domésticos outros.

Senhor e Mestre, em cada momento de Sua vida, ensinou pelo exemplo, testificando que o bem vence o mal, a luz vence a treva.

Mais de dois mil anos são passados, desde Sua vinda à Terra. Quando nos decidiremos por Lhe seguir a excelsa doutrina, que conjuga o verbo amar e que utiliza os substantivos doação, renúncia, abnegação?

* * *

Jesus é nosso Modelo e Guia.

Por isso mesmo, nenhum de nós deve se dizer desiludido com essa ou aquela postura equivocada de seguidores de qualquer credo. Porque afinal o que importa mesmo, é a conduta do nosso Mestre Jesus que, em nenhum momento, abandonou as linhas do dever e do amor sem limites.

Redação do Momento Espírita.
Em 10.12.2008.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Jesus

Jesus

Você já parou para pensar, algum dia, como era o homem Jesus?



Se nos inspirarmos nos Evangelhos podemos esboçar Sua aparência física e espiritual.



Verdadeiramente, Sua aparência física não está descrita nos Evangelhos, mas Ele sempre se mostra simpático e atraente. Causava profunda impressão na multidão, quando Se apresentava em público.



Tinha um corpo sadio, resistente ao calor e ao frio, à fome e à sede, aos cansaços das longas jornadas a pé, pelas trilhas das montanhas da Palestina.



Também ao cansaço por Sua atividade ininterrupta junto ao povo, que não Lhe deixava tempo nem para se alimentar.



Embora nascido em uma estrebaria, oculto aos olhos dos grandes do mundo, teve Seu nascimento anunciado aos pequenos, que traziam os corações preparados para O receber.



A orquestra dos céus se fez presente e a ópera dos mensageiros celestiais O anunciou a quem tivesse ouvidos de ouvir.



Antes de iniciar o Seu messianato, preparou-Lhe os caminhos um homem rude, vestido com uma pele de animal e que a muitos, com certeza, deve ter parecido esquisito ou perturbado.



Principalmente porque, num momento em que o povo aguardava um libertador que fosse maior que o próprio Moisés, ele falava de alguém que iria ungir as almas com fogo.



Enquanto todos aguardavam um guerreiro, que surgisse com seu exército numeroso para subjugar o dominador romano, João, o Batista, lhes falava do Cordeiro de Deus. E cordeiro sempre foi símbolo de mansuetude, de delicadeza.



Quando Ele se fez presente, às margens do Jordão, a sensibilidade psíquica de João O percebe e O apresenta ao mundo.



Esse ser tão especial tomou de um grão de mostarda e o fez símbolo da fé que move montanhas. Utilizou-Se da água pura, jorrada das fontes cristalinas, para falar da água que sacia a sede para todo o sempre.



Tomou do pão e o multiplicou, simbolizando a doação da fraternidade que atende o irmão onde esteja e com ele reparte do pouco que tem.



Falou de tesouros ocultos e de moedas perdidas. Recordou das profissões menos lembradas e as utilizou como exemplo, Ele mesmo denominando-Se o Bom Pastor, que conhece as Suas ovelhas.



Ninguém jamais O superou na poesia, na profundidade do ensino, na doce entonação da voz, cantando o poema das bem-aventuranças, no palco sublime da natureza.



Simples, mostrava Sua sabedoria em cada detalhe, exemplificando que os grandes não necessitam de ninguém que os adjetive, senão sua própria condição.



Conviveu com os pobres, com os deserdados, com os considerados párias da sociedade, tanto quanto visitou e privou da amizade de senhores amoedados e de poder.



Jesus, ontem, hoje e sempre prossegue exemplo para o ser humano que caminha no rumo da perfeição.



* * *



Embora visando sempre as coisas do Espírito, Jesus jamais descurou das coisas pequenas e mínimas da Terra.



É assim que Seu coração se alegra pelas flores do campo, as quais toma para exemplo em Sua fala, da mesma forma que as pequeninas aves do céu.



O Seu amor se dirigia sobretudo aos pobres, aos humildes, aos oprimidos, aos desprezados e aos párias.



E, justamente por conhecer a fraqueza e a malícia dos homens, sempre perdoa, enquanto Ele mesmo alimenta a Sua vida pelo cumprimento da vontade e do agrado de Deus, o Pai.

Redação do Momento Espírita com detalhes colhidos no verbete
Jesus, do Dicionário enciclopédico da bíblia, de
A. Van den Born, ed. Vozes.
Em 05.12.2008.

sexta-feira, 11 de julho de 2008

Mensagens Espíritas. "Educação de pais".

Educação de pais.
Vez ou outra algumas cenas nos chocam. Lemos, em uma revista de circulação internacional, que uma senhora foi ao teatro com seus dois filhos.
Narra ela que, logo que o espetáculo começou, duas crianças que estavam sentadas mais à frente começaram a chorar, em altos brados.
Uma espectadora que estava próxima às crianças falou para a mãe delas: Não seria melhor a senhora sair com os dois, até que eles se acalmem? Eu cuido dos seus lugares.
Mais do que depressa, a mulher respondeu: Claro que não vou sair. Comprei três ingressos. Meus filhos e eu temos o direito de ficar até o fim do espetáculo. Os outros que agüentem.

* * *

São fatos de tal natureza que nos apontam o porquê da má educação de tantas crianças e jovens, na atualidade.
É que seus pais não estabelecem normas. Exatamente porque eles mesmos não têm normas.
E, para muitos pais, seus filhos sempre têm razão. Se o garoto ficou no banco de reservas no jogo da escola, partem com vigor para cima do técnico, desejando saber as razões do que chamam perseguição gratuita.
Com tal atitude, não exemplificam ao filho que há momento para se participar ativamente e momento para se aguardar.
Que uma equipe é o resultado do esforço de todos e de cada um, no momento oportuno.
Se o time mirim perde, eis novamente os pais culpando o técnico, o treinador. Afinal, todos têm má vontade com as suas crianças, não as preparam.
Em nenhum momento cogitam de falar ao filho que há momento de ganhar e momento de perder. Que tudo é uma questão de treino, dedicação, esforço e que, numa disputa, naturalmente, o melhor deve vencer.
A derrota deve servir para estímulo a mais treinamento.
Com tal atitude, não é de estranharmos que torcidas organizadas, compostas por adolescentes, bloqueiem uma estrada e destruam um ônibus a pedradas e pauladas, desejando agredir os jogadores do seu time de futebol, que foi desclassificado do torneio esportivo.
Quando os filhos apresentam o boletim com notas baixas, a culpa sempre é dos professores ou da direção da escola.
Nunca dos seus rebentos que não estudaram ou quiçá tenham apresentado baixo desempenho escolar, por alguma problemática que estejam atravessando.
É tempo de pensar e tomar atitude. Antes de mais nada, exemplificar, como pais, a cortesia, a gentileza, a honestidade, enfim, todos os valores que desejamos portem os nossos filhos.
Não há mais tempo para se descurar dessa infância do hoje que se constituirá nos homens do amanhã, os cidadãos do novo mundo que todos aspiramos.

* * *

De forma muito freqüente, o comportamento rude das crianças é resultado de falta de orientação.
É que os pais descuidam de estabelecer normas de comportamento, e assim eles agem como observam outros agirem.
Críticas e xingamentos somente contribuem para tornar as crianças mais tensas e agressivas.
Assim, a educação exige que se estabeleçam normas claras para as crianças seguirem. Normas ditadas pelas boas maneiras, respeito aos semelhantes, modéstia e justiça.Redação do Momento Espírita com base no artigo Como criar filhos educados em um mundo rude, da Revista Seleções do Reader’s Digest, outubro/1997.Em 10.07.2008.

sábado, 5 de julho de 2008

Inverno, época da gripe.


Dr. Mauricio KurcOtorrinolaringologia

Inverno, época da gripe.
Com o inverno, nada mais oportuno do que conversarmos sobre as gripes e os resfriados, pois é agora que a incidência dessas afecções aumenta. Na verdade, gostaria mesmo de falar sobre a vacina da gripe.Apesar das campanhas de vacinação, uma boa parte das pessoas ainda não está esclarecida sobre a importância da vacinação contra a gripe. Argumentos como “alguém em casa pegou gripe mesmo tomando a vacina”, “eu nunca pego gripe”, “ano passado tive reação à vacina”, são fruto do desconhecimento sobre as verdadeiras propriedades dessa vacina e contribuem para o fracasso das campanhas. Antes de qualquer coisa, é importante entendermos a diferença entre o resfriado comum e a gripe. Ambas afecções são causadas por vírus e transmitidas de pessoa para pessoa através da tosse ou espirros de pessoas infectadas. O resfriado comum, no entanto, é uma doença mais branda que a gripe e causa menos complicações. Caracteriza-se por febre baixa, coriza (escorrimento transparente), congestão nasal, irritação da garganta e não costuma durar mais de 3 a 5 dias. Os vírus causadores em adultos são o rinovírus, o adenovírus e o parainfluenza. Estes vírus têm a capacidade de mudar constantemente suas características, desta forma tornando impossível adquirirmos imunidade, e portanto, estamos sempre suscetíveis a novas infecções. Eventualmente, alguns vírus como o adenovírus e o parainfluenza podem causar infecções com sintomatologia mais intensa, mas dificilmente ocorrem casos fatais ou epidemias.A gripe é causada somente por um vírus chamado influenza e é responsável por sintomas mais intensos e de instalação abrupta. A febre é geralmente alta e pode durar até 5 dias. Quase sempre há dor de cabeça, dores musculares, queda do estado geral e tosse, inicialmente seca. Dor de garganta, congestão nasal e tosse costumam se agravar com a evolução do quadro. A doença é auto-limitada, porém os sintomas podem durar até 3 semanas. O período de incubação é de 1 a 4 dias. As pessoas são contagiosas desde o dia anterior ao início dos sintomas até aproximadamente 5 dias de doença. Crianças podem ser contagiosas por períodos maiores.Os vírus influenza causam doença em todos os grupos etários. As taxas de infecção são maiores entre as crianças, mas as taxas de doenças sérias e morte são maiores entre as pessoas acima dos 65 anos de idade, pois nessa faixa etária há uma maior incidência de condições médicas que os colocam em maior risco de complicações pela influenza.A gripe então pode gerar complicações que são responsáveis por milhares de mortes anualmente e que, portanto, justificam a vacinação em massa.O vírus influenza modifica-se constantemente. A cada 10 anos essas modificações são mais drásticas, o que acarreta alterações na sua estrutura e torna os indivíduos mais susceptíveis às infecções graves. A baixa imunidade da população em geral contra este vírus agora com características completamente distintas, pode causar epidemias ou até mesmo pandemias (atinge vários países e continentes), durante as quais as taxas de doença e morte por complicações relacionadas à influenza aumentam consideravelmente no mundo todo. Durante o século XX as pandemias ocorreram aproximadamente a cada 30 anos sendo as mais famosas a gripe espanhola em 1918, que causou a morte de 20 milhões de pessoas e a “supergripe” de 1999 que acometeu o hemisfério norte durante o inverno e gerou um aumento substancial nas internações hospitalares e óbitos e superlotou as UTIs dos EUA e Europa.Normalmente, a gripe melhora após vários dias para a maioria das pessoas, embora a tosse e o mal estar possam persistir por duas semanas ou mais. Pessoas com mais de 60 anos, ou com doenças ou gestantes podem apresentar quadros clínicos mais graves, como pneumonia pelo próprio vírus ou decorrente de uma complicação bacteriana. Acometimento cardíaco e neurológico já foram descritos em casos graves. Pessoas jovens e sem doenças crônicas raramente apresentam quadros graves, exceto durante epidemias. A principal opção para reduzir o impacto da influenza é a imunoprofilaxia com a vacina de vírus atenuado (vírus mortos). Ultimamente algumas drogas têm surgido para o tratamento da influenza e são um importante auxilio à vacinação mas não um substituto. Esses novos medicamentos antivirais, só têm valor quando administrados nas primeiras 72 horas após o início do quadro e necessitam supervisão médica.Algumas vezes, após a administração da vacina, podem ocorrer sintomas de gripe ou resfriado. Esses sintomas não são uma reação à vacina pois essa é feita a partir de vírus inativados, e portanto, não pode causar a gripe. A vacina da gripe oferece proteção apenas contra o vírus influenza, responsável pelo tipo mais grave de gripe. Portanto, infecções menos severas, causadas por outros vírus podem ser a explicação para os resfriados que ocorrem após a administração da vacina. Além disso, o tempo necessário para se obter o efeito protetor da vacina é de 15 dias. Nesse período é possível contrair-se a gripe, apesar da pessoa ter sido vacinada. A vacina também só é eficaz em 70 a 90% das pessoas que a recebem. De qualquer forma, em caso de acontecer a infecção numa pessoa previamente vacinada, o quadro clínico costuma ser mais brando. Reações adversas são raras, mas podem ocorrer febre e, principalmente, dor no local da aplicação com duração de até 2 dias. A vacina deve ser repetida anualmente, pois a cada ano, sua composição é modificada em conformidade com as características dos vírus circulantes.A vacina deve ser aplicada durante o início do outono, em pessoas consideradas como grupo de risco para complicações da gripe (ver quadro abaixo) ou, a critério médico, a qualquer indivíduo com mais de 6 meses de idade.No Brasil, não há estatísticas oficiais referentes à incidência e mortalidade pelo vírus influenza. Entretanto, formou-se um grupo de vigilância da gripe (Vigigripe), para análise dos tipos de vírus circulantes em indivíduos com sintomas respiratórios, tendo-se observado que o vírus influenza foi identificado em aproximadamente 16% dos casos. Estatísticas americanas mostram que, a cada ano, 170.000 hospitalizações e 20.000 a 40.000 óbitos podem ser atribuídos à infecção pelo influenza. Oitenta a 90% dos óbitos ocorrem em pessoas com mais de 65 anos.Conclusão: a vacina da gripe deve ser administrada nos meses que antecedem o inverno à pessoas que têm risco de ter complicações sérias. Estão incluídas neste grupo de risco pra a infecção pelo influenza:1. indivíduos com idade igual ou superior a 65 anos, 2. adultos ou crianças residentes em casa de repouso ou outras instituições, 3. adultos ou crianças com doenças crônicas, 4. adultos com asma, imunodeprimidos, 5. crianças ou adolescentes que recebam ácido acetil salicílico cronicamente, 6. indivíduos que possam transmitir o vírus às pessoas dos grupos supracitados: profissionais da saúde e familiares (porque podem transmitir o vírus às pessoas do grupo de risco). A vacina protege apenas contra o vírus influenza, causador da gripe e não do resfriado, que é uma infecção mais branda. Não existem reações adversas à vacina, a não ser para pessoas alérgicas a ovo, timerosal e a neomicina (procure ler o rotulo da vacina para ver se você é alérgico a algum dos seus componentes).Praticamente não existem contra-indicações à vacina, porém não devem tomar a vacina: 1. mulheres no primeiro trimestre da gravidez, 2. pessoas com doenças neurológicas em evolução, 3. durante quadros febris.

terça-feira, 1 de julho de 2008

Anti-retrovirais transformam Aids em doença crônica.


Anti-retrovirais transformam Aids em doença crônica
1 hora, 29 minutos atrás.


WASHINGTON (AFP) - O grupo de soropositivos registrou um recuo bastante significativo em sua taxa de mortalidade, que seria comparável ao do restante da população, nos cinco anos que se seguem a sua infecção pelo vírus da Aids, desde o início dos tratamentos com anti-retrovirais, em 1996.


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De acordo com um estudo divulgado nesta terça-feira no Journal of the American Medical Association (Jama), nos países industrializados, as pessoas que se tornaram soropositivas em conseqüência de contato sexual parecem ter um risco de mortalidade similar ao da população em geral nos cinco primeiros anos após a infecção. Seu risco de falecer cresce, porém, depois desse período, afirmam os autores do trabalho.
Vários estudos relataram a baixa espetacular da mortalidade entre as pessoas infectadas pelo vírus HIV desde a entrada, no mercado, em 1996, de terapias anti-retrovirais eficazes nos países industrializados.
Um grupo de pesquisadores, liderado pelo Dr Krishnan Bhaskaran, do "Medical Research Council Clinical Trials Unit", em Londres, analisou a evolução da mortalidade de 16.534 soropositivos comparativamente à da população em geral não-infectada, entre 1981 e 2006.
Nesse grupo de soropositivos observados por 6,3 anos (em média) após o início de sua infecção, a taxa de mortalidade excessiva em relação ao percentual normal para mil pessoas/ano (o número de pessoas no estudo multiplicado pelo número de anos de acompanhamento por indivíduo) era de 40,8/mil, antes do surgimento das terapias anti-retrovirais em 1996.
Depois, essa taxa de mortalidade diminuiu a cada ano até chegar a 6,1 (em mil) em 2004-2006, ou seja, um índice comparável ao de pessoas não-infectadas.

segunda-feira, 30 de junho de 2008

Testamento

Momento Espírita - em casa

Testamento

Você já providenciou o seu testamento? Já decidiu a quem deixar os seus bens, quando a morte vier lhe ceifar a vida física?

Alguma vez já cogitou quantos transtornos poderão ser evitados se a partilha de tudo que você dispõe for decidida, por você mesmo, quando ainda goza das suas faculdades mentais e a saúde lhe sorri, abençoando-lhe os dias?

Quando você cogitar da divisão dos seus bens, elegendo herdeiros, pense em tudo o que você pode passar para os seus filhos, desde hoje.

Antes que a morte roube sua presença física do lar onde seus rebentos crescem sadios, ante seu olhar amoroso, medite nos valores que são imperecíveis e que lhe cabe ofertar.

Pense no valor honestidade. Já ensinou seu filho a ser honesto?

E ser honesto não quer dizer somente não se apossar do que não lhe seja devido. Significa muito mais.

Falando com seus filhos, estimule-os a serem honestos em todas as circunstâncias.

Não colando nas provas, não mentindo, mesmo que seja para ganhar no jogo de futebol da turma. Dizer toda a verdade mesmo que fiquem em apuros.

E não deturpar um pouquinho só a verdade, para que não soe tão mal, ou mentir para se proteger.

Como o melhor método de ensino é o exemplo, não esqueça de exemplificar sempre, com sua própria conduta.

E a coragem? Já a demonstrou ou buscou ensinar a seu filho?

Coragem que é ousadia para tentar realizar coisas boas, embora difíceis. Coragem que é força para não fazer o que todos fazem, mas dizer não, manter sua posição e até influenciar os outros positivamente.

Coragem que significa ser fiel às convicções e seguir os bons impulsos, mesmo que para todos os demais possam parecer tolos ou inconvenientes.

Coragem de demonstrar os próprios sentimentos, de ser afetuoso, de ser amigo.

Coragem de fazer o que é certo, mesmo que seja sozinho.

Verdadeiramente, estes são valores que você, de forma alguma, poderá repassar em testamento.

Mesmo porque, quando não estiver mais em corpo físico ao lado dos seus filhos, terá já passado a oportunidade da sua educação.

Aproveite, pois, o dia que vive ao lado deles e fale-lhes do respeito.

Respeito pela vida, pelos pais, pelos mais velhos, pela natureza, pelas crenças e direitos dos outros.

Fale-lhes da diversidade enorme de sentimentos dos seres humanos e ensine-os a ter respeito por todos.

Se você se empenhar, desde já, em passar valores verdadeiros a seus filhos, guarde a certeza de que, se vier a morrer sem ter deixado bem documentadas suas últimas vontades, eles saberão o que fazer.

Mais do que isto: agirão com dignidade, atendendo às lições que lhes foram repassadas.

E se você é dos que afirmam que nada tem de material para legar aos seus filhos, ministre desde já as lições do bem, da honradez, para que, quando se for, possa partir com a consciência tranqüila a lhe apontar que cumpriu seu dever de pai e educador, com muita propriedade.

Pode não deixar recursos amoedados, mas terá legado ao mundo o de que ele mais necessita: homens de bem.

* * *

Os seus filhos poderão crescer e acabar desenvolvendo valores diferentes dos seus e dos que tentou ensinar.

Contudo, a sua mensagem de valores permanecerá indelével em suas mentes. Um dia, eles a recordarão e a utilizarão, mesmo que seja em dias avançados de suas vidas, após terem cometido erros e desacertos.

Não deixe, assim, passar em branco a oportunidade presente.

Redação do Momento Espírita.
Em 30.06.2008.

quinta-feira, 26 de junho de 2008

O que te faz melhor

Musicas, informações, temas atuais, curiosidades, politica, saúde, meio ambiente ecologia etc.

Narra-se que Leonardo Boff, num intervalo de uma conversa de mesa-redonda sobre religião e paz entre os povos, perguntou ao Dalai Lama: Santidade, qual a melhor religião? O teólogo confessa que esperava que ele dissesse: É o budismo tibetano. Ou são as religiões orientais, muito mais antigas que o cristianismo. O Dalai Lama fez uma pequena pausa, deu um sorriso, olhou seu inquiridor bem nos olhos, desconcertando-o um pouco, como se soubesse da certa dose de malícia na pergunta, e afirmou: A melhor religião é a que mais te aproxima de Deus. É aquela que te faz melhor. Para quem sabe sair da perplexidade diante de tão sábia resposta, Boff voltou a perguntar: O que me faz melhor? Aquilo que te faz mais compassivo; aquilo que te faz mais sensível, mais desapegado, mais amoroso, mais humanitário, mais responsável... A religião que conseguir fazer isso de ti é a melhor religião... Boff confessa que calou, maravilhado, e até os dias de hoje ainda rumina a resposta recebida, sábia e irrefutável. O Dalai Lama foi ao cerne da questão: a religião deve nos ser útil para a vida, como promotora de melhorias em nossa alma. Não haverá religião mais certa, mais errada, mas sim aquela que é mais adequada para as necessidades deste ou daquele povo, desta ou daquela pessoa. Se ela estiver promovendo o Espírito, impulsionando-o à evolução moral e estabelecendo este laço fundamental da criatura com o Criador – independente do nome que este leve – ela será uma ótima religião. Ao contrário, se ela prega o sectarismo, a intolerância e a violência, é óbvio que ainda não cumpre adequadamente sua missão como religião. O eminente Codificador do Espiritismo, Allan Kardec, quando analisou esta questão, recebeu a seguinte resposta dos Espíritos de luz: Toda crença é respeitável quando sincera, e conduz à prática do bem. As crenças censuráveis são as que conduzem ao mal. Desta forma, fica claro mais uma vez que a religião, por buscar nos aproximar de Deus, deve, da mesma forma, nos aproximar do bem, e da sua prática cotidiana. Nenhum ritual, sacrifício, nenhuma prática externa será proveitosa, se não nos fizer melhores. Deveríamos empreender nossos esforços na vida para nos tornarmos melhores. Investir em tudo aquilo que nos faz mais compreensivos, mais sensíveis, mais amorosos, mais responsáveis. A melhor Doutrina é a que melhor satisfaz ao coração e à razão, e que mais elementos tem para conduzir o homem ao bem.
* * *
Gandhi afirmava que uma vida sem religião é como um barco sem leme. Certamente todos precisamos de um instrumento que nos dirija. Assim, procuremos aquela religião que nos fale à alma, que nos console e que nos promova como Espíritos imortais que somos. Transmitamos às nossas crianças, desde cedo, esta importância de manter contato com o Criador, e de praticar o bem, acima de tudo.

Redação do Momento Espírita com base no item 838 de O livro dos espíritos, no item 302 de O livro dos médiuns, ambos de Allan Kardec, ed. Feb e no livro Espiritualidade, um caminho de transformação,de Leonardo Boff, ed. Sextante. Em 26.06.2008.

quarta-feira, 25 de junho de 2008

Amados e amáveis


Todos desejamos ser amados. Mas será que já compreendemos a necessidade de sermos amáveis?A História nos conta que todos os que foram hóspedes de Theodore Roosevelt, o Presidente americano, ficaram espantados com a extensão e a diversidade dos seus conhecimentos.
Fosse um vaqueiro ou um domador de cavalos, um político ou diplomata, Roosevelt sabia o que lhe dizer.
E como fazia isso? A resposta é simples:
Todas as vezes que ele esperava um visitante, passava acordado até tarde, na véspera, lendo sobre o assunto que sabia interessar particularmente àquele hóspede.
Porque Roosevelt sabia, como todos os grandes líderes, que a estrada real para o coração de um homem é lhe falar sobre as coisas que ele mais estima.
O ensaísta e outrora professor de literatura em Yale, William Phelps, aprendeu cedo esta lição.
Narra a seguinte experiência:
Quando tinha oito anos de idade, estava passando um final de semana com minha tia.
Certa noite chegou um homem de meia idade que, depois de uma polida troca de gentilezas, concentrou sua atenção em mim.
Naquele tempo, andava eu muito entusiasmado com barcos, e o visitante discutiu o assunto, de tal modo, que me deu a impressão de estar particularmente interessado no mesmo.
Depois que ele saiu, falei vibrante: Que homem!
Minha tia me informou que ele era um advogado de Nova York, que não entendia coisa alguma sobre barcos, nem tinha o menor interesse no assunto.
Mas, então, por que falou todo o tempo sobre barcos?
Porque ele é um cavalheiro. Viu que você estava interessado em barcos, e falou sobre coisas que lhe interessavam e lhe causavam prazer. Fez-se agradável!Inspirados nessas duas ricas experiências, indagamos: será que nos esforçamos para nos tornarmos agradáveis aos outros?
Será que encontramos neste mundo cavalheiros com tais características de altruísmo e polidez?
São raros, infelizmente. Por isso, a lição nos mostra mais um caminho para a verdadeira caridade, ou mais uma sutil nuança desta virtude.
Se desejamos ser amados, obviamente que precisamos nos esforçar para sermos amáveis!
A amabilidade é esta qualidade ou característica de quem é amável, por definição.
É ser polido, cortês, afável. É agir com complacência.
Allan Kardec, ao estudar a afabilidade e a doçura, na obra O Evangelho segundo o Espiritismo, conclui:
A benevolência para com os semelhantes, fruto do amor ao próximo, produz a afabilidade e a doçura, que são a sua manifestação.
* * *
Não será porque sorrias a todo instante que conseguirás o milagre da fraternidade. A incompreensão sorri no sarcasmo e a maldade sorri na vingança.
Não será porque espalhes teus ósculos com os outros que edificarás o teu santuário de carinho. Judas, enganado pelas próprias paixões, entregou o Mestre com um beijo.
Por outro lado, não é porque apregoas a verdade, com rigor, que te farás abençoado na vida.
Na alegria ou na dor, no verbo ou no silêncio, no estímulo ou no aviso, acende a luz do amor no coração e age com bondade.
Cultiva a brandura sem afetação. E a sinceridade, sem espinhos. Somente o amor sabe ser doce e afável (...).
Redação do Momento Espírita com base no cap. 6, pt. 2, do livro Como fazer amigos e influenciar pessoas, de Dalle Carnegie, ed. Companhia Nacional; no item 6, do cap. IX do livro O evangelho segundo o Espiritismo, de Allan Kardec, ed. Feb e no cap. Afabilidade e doçura, do livro Escrínio de luz, do Espírito Emmanuel, psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. O clarim.Em 25.06.2008.

sexta-feira, 30 de maio de 2008

O que são células-tronco embrionárias.

04/03/2008 - 19h20
Entenda o que são células-tronco embrionárias
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da Folha Online
As células-tronco embrionárias são consideradas esperança de cura para algumas das doenças mais mortais. Elas podem se converter em praticamente todos os tecidos do corpo humano. Entretanto, o método de sua obtenção é polêmico, já que a maioria das técnicas implementadas nessa área exige a destruição do embrião.
A forma mais comum de obtenção destas células ainda é por meio de embriões congelados. Nesta técnica, óvulos fertilizados em clínicas de reprodução assistida se desenvolvem até o estágio conhecido como blastocisto. Após chegar a este estágio, o embrião é destruído e as células-tronco são removidas.
Outra forma que também prevê a destruição do embrião é o procedimento conhecido como clonagem terapêutica. A técnica é a mesma utilizada para criar a ovelha Dolly.
Pelo procedimento, células adultas extraídas da pele humana tem sua carga genética (núcleo) retirada e fundido com um óvulo sem núcleo. O núcleo implantado no óvulo "oco" é então estimulado a se dividir, produzindo um blastocisto.
Até hoje, no entanto, nenhuma linhagem de células-tronco humana foi derivada dessa forma.
Ambas as técnicas recebem objeções de ativistas contrários ao direito ao aborto. Segundo eles, a destruição dos embriões representa a morte de uma forma de vida humana.
Alternativas
Uma nova técnica anunciada no ano passado utiliza células humanas adultas da pele para criar células-tronco embrionárias "induzidas".
A técnica, que ainda está em fase experimental, consiste em fazer com que as células da pele "voltem no tempo" e passem a agir como se fossem as versáteis células-tronco embrionárias, conseguindo posteriormente se diferenciar em outros tecidos do corpo.
Uma alternativa à utilização das células embrionárias é a utilização de células-tronco adultas derivadas de tecidos do organismo, como a medula óssea e cordão umbilical. Estas, no entanto, têm capacidade limitada de diferenciação.
Células adultas já são usadas em terapia experimental atualmente, no tratamento de algumas doenças como leucemias, mal de Chagas, diabetes e anemia falciforme.
Debate ético
Recentemente, cientistas norte-americanos anunciaram uma descoberta que, caso confirmada, pode pôr fim à polêmica envolvendo a utilização de células de embriões. Os pesquisadores afirmam ter conseguido produzir células-tronco embrionárias sem a necessidade de destruir o embrião.
O novo método consiste em retirar uma única célula do embrião --seguindo um procedimento utilizado em clínicas de fertilização in vitro para fazer diagnósticos de defeitos genéticos. A retirada é feita ainda nos estágios iniciais do embrião, quando ele é formado por poucas células.
De acordo com os pesquisadores, o método em geral não prejudica o embrião, que é congelado e supostamente pode ser utilizado em um futuro processo de fertilização.
É preciso ressaltar, entretanto, que a mesma empresa havia divulgado o mesmo feito em agosto de 2006, na conceituada revista "Nature". Porém, no mesmo ano os cientistas publicaram uma "correção" do artigo na revista, afirmando que os embriões utilizados na pesquisa foram, sim, destruídos.
Com Folha de S.Paulo

Vereadores contratam filhos, sobrinho e até neta

30/05/2008 - 09h19
Vereadores contratam filhos, sobrinho e até neta
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da Folha Online:


Pelo menos seis vereadores mantêm um total de 11 parentes trabalhando em cargos de confiança na Câmara Municipal de São Paulo, revela reportagem de Evandro Spinelli e Conrado Corsalette publicada na edição desta sexta-feira da Folha de S.Paulo (íntegra disponível apenas para assinantes do jornal ou do UOL).
De acordo com a reportagem, o primeiro vice-presidente da Câmara, Adilson Amadeu (PTB), tem dois filhos contratados. Rodrigo Xisto Amadeu é funcionário do gabinete do pai. Bruno Xisto Amadeu está nomeado na liderança do PTB. O líder do PMDB, Jooji Hato, tem um sobrinho nomeado na liderança de seu partido e uma filha como assessora do vereador Milton Leite (DEM).
"O corregedor da Casa, Wadih Mutran (PP), emprega uma filha no gabinete e uma neta na liderança de seu partido. Dalton Silvano (PSDB) emprega uma filha e uma irmã em cargos de seu gabinete. Toninho Paiva (PR) nomeou uma filha e um sobrinho. O líder do DEM, Carlos Apolinario, emprega em seu gabinete a mulher de seu sobrinho", afirma o texto.
Nos casos dos assessores dos gabinetes dos vereadores, os salários são de R$ 1.106,36. Os assessores das lideranças partidárias recebem R$ 3.190,03 em valores brutos. Cada um dos 55 vereadores de São Paulo pode contratar até 18 assessores para seus gabinetes. Não há qualquer tipo de controle em relação ao trabalho desses funcionários.
Os parlamentares defendem a contratação de parentes sob o argumento de que não há ilegalidade.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

Elimine os Problemas

Elimine os Problemas
Uma ótima semana: Vamos tentar eliminar os problemas de nossas vidas?A Felicidade não está em viver, mas em saber viver. Não vive mais oque mais vive, mas o que melhor vive. (Mahatma Ghandi)Tenha um Bom dia!Uma frase que ficou famosa ao ser, dita certa vez num filme, há muitosanos, lembrando uma situação de pânico em uma nave americana tripuladaao espaço, onde a tripulação detectando um problema, passa ainformação ao controle de terra: "Huston nós temos um problema".Hoje a frase é lembrada facilmente, quando surge algum problema nocotidiano!O que poderia a equipe de terra fazer para resolver o problema? E se asolução dependesse única e exclusivamente da tripulação da nave?Que parafernália de botões e comandos deveriam ser acionados, paraevitar um trágico acidente com aquele veículo espacial? Aqui percebemos que muitas vezes complicamos algo que poderia edeveria ser simplificado. Mas nós temos o hábito quase incontrolávelde complicar.Por isso quero dividir com você algumas dicas recebidas de internautaspara simplificar a sua vida. Como sempre marcamos uma data para oinício de qualquer coisa, que tal começar a praticar essas dicas agorano ano nôvo?Acompanhe-me...Assuma as rédeas da sua vida:Comece a prestar atenção nas coisas que são realmente importantes paravocê e procure tornar-se cada vez mais consciente das suas própriasmotivações. Muitas vezes, nem nos damos conta de por que fazemos ascoisas. Isto nos torna presas ideais de todo tipo de fantasias.Sobretudo aquelas que começam assim: "vou ser feliz quando tiver,possuir, for...", enfim, preencha com o verbo que quiser, o efeito ésempre o mesmo: o de fazer você sair correndo perseguindo algo que nãotem e nem, de fato, precisa.Jogue fora o supérfluo:E guarde apenas o essencial. Picasso certa vez teria dito: "a arte é aeliminação do que é desnecessário". Para entrar no clima daSimplicidade Voluntária, siga o conselho do grande artista e digaadeus aos excessos.Torne-se um comprador consciente:A dica é respeitar os cinco "Rs": antes de comprar, Reflita se o queestá pretendendo adquirir é realmente essencial; se achar que nãoprecisa, Recuse; se achar que precisa, Reduza a quantidade; depois douso, Reutilize; e por fim, Recicle. É claro que no momento da compravocê já pode escolher produtos com menos embalagens ou com embalagensrecicláveis.Seja elegante:De fato, nossas vidas são nossa obra de arte. Imite o grande mestre econstrua sua vida a partir da beleza que mora na Natureza, nosmateriais orgânicos, no capricho do artesanal, no luxo das coisas queenvelheceram com sabedoria. Em vez de plástico, por exemplo, troquepor vidro ou papelão ou cerâmica.Fique ao lado da Natureza:Simplicidade é lembrar que nossas raízes estão no mundo natural. Quesomos parte da teia da vida e que nosso desequilíbrio afeta tudo ànossa volta. Encha seu cotidiano com este sentimento de reverência ecuidado pela Mãe Natureza. Você vai ser o primeiro a agradecer quandose der conta de que está parado há cinco minutos ouvindo o canto deuma sabiá ou enchendo os olhos com as primeiras flores dos ipês.Descubra o milagre da vida:Se você soubesse que iria morrer dentro de algumas horas ou dias, ascoisas mais simples não iriam adquirir um significado luminoso epenetrante?O que você está esperando para começar a curti-las agora mesmo?Desligue o celular, esqueça dos compromissos, fique pelo menos algunsminutos por dia sem fazer nada, apenas envolvido neste instanteprecioso.Ao contrário do que costumamos pensar, a felicidade não custa tão caroassim.Desejo que seu dia seja mesmo um Bom dia! E até outra oportunidade...O rio atinge seus objetivos, porque aprendeu a contornar obstáculos.(Autor desconhecido)

quarta-feira, 14 de novembro de 2007

Vire a mesa agora e livre-se dos pensamentos que emperram a sua vida

Vire a mesa agora e livre-se dos pensamentos que emperram a sua vida
Respire fundo antes de ler essa matéria porque ela vai dizer, na lata, que nós temos uma parcela muito, mas muito grande de responsabilidade sobre o que acontece nas nossas próprias vidas. Ou seja: vamos parar de culpar os outros e mudar já!
No polêmico documentário Quem somos nós? (What the bleep do we know?), Joe Dispenza, pós-graduado em Psicologia e em Neuroquímica, dá uma bronca na gente quando questiona: “Por que continuamos tendo os mesmos pensamentos negativos, os relacionamentos e empregos de sempre, mesmo quando nos fazem infelizes?” Pois é, boa pergunta, e quem responde é Flavio Carvalho Ferraz, doutor em Psicologia e membro do Departamento de Psicanálise do Instituto Sedes Sapientiae. “Quando a pessoa começa a destruir a sua vida com crenças contínuas como – ‘Não sou merecedora’ – ou coisa do gênero, podemos considerar isso uma patologia, um distúrbio na auto-estima, uma tendência à depressão melancólica. É a questão emocional interferindo na realidade. E a fonte disso pode vir de uma infância desestruturada onde, por exemplo, a mãe dava mais presentes para a irmã do que para ela”, afirma. Segundo Ferraz, o que essa pessoa deve perguntar-se é: qual a minha participação nas desgraças que acontecem na minha vida? “Freud chamava isso de neurose do destino”, conclui o psicanalista.
Em Quem somos nós?... Joe Dispenza vai mais longe dizendo que, quando repetimos muito os pensamentos negativos, nossa rede de neurônios manda mensagens para nossas células diariamente e acabamos viciados neles, ou seja: se todo dia você acorda e fica irritada, sua tendência é acostumar-se com essa terrível condição. Isso vale para tristeza, frustração, raiva, ansiedade e até para a obsessão por sexo. “Quando perceber que está tendo um pensamento desses que emperram sua vida, interrompa imediatamente para se perguntar qual a origem dessa crença. Você deve alterar esse padrão. Se mudar seus conceitos, acredite: você transforma até as pessoas que estão a sua volta”, Dispenza dá a dica. Sim, ele tem razão, como diz Caetano Veloso: “Gente é para viver, gente é para ser feliz”. Por isso: abandone esse corpo, em nome de Deus, porque esses pensamentos, amiga, não te pertencem!
O OUTRO LADO DA MOEDA TAMBÉM É COMPLICADO
Arthur Shaker é doutor em antropologia e explicou à revista UMA que ter uma expectativa muito grande sobre si mesma, uma auto-imagem sem lastro e distorcida da realidade, também pode ser muito prejudicial à saúde. “Talvez tenha sido esse o problema da seleção brasileira na última Copa do Mundo. Eles projetaram demais os super-heróis para si mesmos e não conseguiram bancar. E nós também prolongamos esse exagero neles e depois ficamos frustrados. O filósofo francês Leloup já alertava para essa necessidade que temos de projetar nossas expectativas no outro, de criar ídolos que perdem suas identidades e acabam sendo manipulados pelo mundo”, salienta. Para Shaker, quando esses ídolos falham, o resultado é desastroso para todos os lados e o tombo é muito feio. “É bom rever se você não está fazendo isso com alguém próximo, ou pior: com você mesma. Essa atitude é fruto de uma ambição, de uma megalomania que, às vezes, é pressão da própria sociedade. Talvez seja melhor trocar essa ganância por compaixão. Reconstrua seus valores”, aconselha Shaker.
ANTÍDOTO PARA O VENENO
UMA pediu a algumas leitoras que enviassem uma listinha com os pensamentos que mais empatam suas vidas e choveram e-mails na redação. Provavelmente, você vai se identificar com muitos deles. Para ajudar a mostrar o antídoto para esses venenos invisíveis, procuramos Lair Ribeiro, médico, especialista em neurolingüística pela Harvard University e autor dos best-sellers Prosperidade, O sucesso não ocorre por acaso e Emagreça comendo. Confira!
“Não sou merecedoro(a)”
ANTÍDOTO: “Esse é um problema muito sério porque por mais que as coisas boas cheguem até você (amor, dinheiro, sucesso, prêmios), a auto-sabotagem dará um jeito de perder tudo. E você já deve ter vivenciado bastante o que estou dizendo. É realmente triste. Esse tipo de veneno é muito comum principalmente no campo financeiro porque ouvíamos, por exemplo, nosso pai ou mãe dizer: “Dinheiro é sujo”, “dinheiro não traz felicidade”, “é mais fácil um camelo passar por um buraco de agulha do que um rico ir para o reino dos céus” ou “é melhor ser pobre honesto do que rico desonesto”. Aí, a criança vira adulta e acha que, se ganhar dinheiro, é desonesta, vai se sujar, vai ficar infeliz ou virar pecadora. Você precisa entender que merece todas as coisas sim, porque o sol nasce para todos. Somos todos (sem exceção) filhos de Deus e estamos nesse mundo para ter o melhor. Pare também de achar que não dá para ter tudo na vida. Dá sim, e tem muita gente que é a prova disso”.
“Eu não sou bom (a) o bastante”
ANTÍDOTO: “Aqui, é preciso compreender o que é “piso” para você, é “teto” para a outra. Ou seja: ninguém é talentoso em tudo. Você pode cantar bem, tocar bem um instrumento, ser boa arquiteta, mas dançar muito mal. E qual é o problema? Querer ser perfeita em tudo é um passo para a baixa auto-estima e para a infelicidade. Olhe para os lados e veja se algum amigo ou amiga sua perfeccionista está feliz. Para manter a autoconfiança é preciso respeitar a própria limitação e observar os seus talentos. Vale a máxima: “Não é você o patinho feio, a lagoa é que está errada”. Descubra o que você gosta de fazer e o que faz bem. Depois, concentre-se nessas qualidades, sem deixar que os seus “defeitos” comecem a interferir na sua vida. Já está na hora de olharmos mais para as nossas qualidades e para as qualidades das outras pessoas, principalmente na questão do corpo, uma verdadeira tormenta para as mulheres.”
“Minha vida é uma droga”
ANTÍDOTO: “Muito, mas muito cuidado com as palavras porque são elas que criam a realidade. As palavras são como o capitão do navio na sua vida, e indicam a direção do seu futuro. Relacionar a sua vida com esse substantivo – droga – é uma das piores coisas que pode fazer contra você. Será que está mesmo tão ruim assim? Já tentou analisar as dádivas que recebe e nem se dá conta porque está perdendo seu tempo praguejando e só vendo o lado ruim das coisas (que talvez você mesma esteja atraindo). Vou fazer uma pergunta: você se trata como trata a sua melhor amiga? Aposto que não. Aliás, eu tenho a certeza de que a resposta é negativa. Será que se a tratasse mal assim, ela continuaria sendo a sua melhor amiga? Também acho que a resposta é um sonoro não! Muitas vezes é preciso ser a observadora de si mesma, das suas atitudes, dos seus pensamentos. Sair do degrau onde você está para subir mais um. Assim, as coisas ficarão bem mais claras. Se não conseguir, peça ajuda.”
“Nunca vou ser alguém”
ANTÍDOTO: “Essa é mais uma crença negativa que cria uma expectativa falsa sobre você mesma. Conheci tantas pessoas com um super potencial, mas que não chegaram a lugar nenhum por causa de ervas daninhas como essa. Chega a ser assustador. E o pior é que, com esse pensamento, você pode se preparar para atrair mesmo uma série de fracassos em todos os campos em que você olhar. Lembre-se que as crenças não são feitas de aço e sim de linguagem, e você pode mudá-las no momento em que se dá conta disso como, por exemplo, lendo essa matéria. Sim, pare tudo o que está fazendo para absorver essa mensagem porque, a partir de agora, seu destino está em suas mãos. Veja: se você falou essa frase – ‘Nunca vou ser ninguém’ – alguma vez ou se a ouviu dos seus pais na infância ou dos seus professores, não quer dizer que ela seja verdadeira. E não é mesmo! Você ouviu bem? Não é mesmo!”
“Sou o patinho feio”
ANTÍDOTO: “Esse conceito está mais ligado ao interior que ao exterior da pessoa. Também é algo que ela carrega desde a infância provavelmente por não ser ou não achar que fosse tão bonita quanto suas irmãs ou primas. Quem pensa assim não adianta fazer plástica com o melhor cirurgião do mundo, nem ouvir todos os elogios do planeta porque não vai deixar de achar que é feia. Esse é o seu caso? Então, você precisa aprender imediatamente a valorizar seus outros pontos fortes e a evitar a todo custo a comparação (“ela é mais bonita, ela é mais rica, é mais influente, seu corpo é mais perfeito…”). Saia dessa prisão! Muita gente tem essa mania de se comparar com os outros desde o jardim da infância. Aí não tem auto-estima que agüente. Dá para entender porque tem tantas pessoas infelizes no mundo e gastando tubos com a estética. Se quer se comparar, faça isso com você mesma e não com os outros. Supere-se a cada dia, a cada minuto, sem stress. Você vai ver os bons resultados.”
“Minhas relações nunca dão certo”



ANTÍDOTO: “Relacionamento é uma espécie de norma, quase sempre é visto como um substantivo. E as pessoas têm o vício de colocar a relação dentro de um balde: parece que não estão interagindo com outra pessoa e sim com uma coisa. Essa é mais uma das frases que vivo ouvindo e, quanto mais a pessoa repete, mais seus relacionamentos vão dar errado. Se você acha que as suas relações não deram certo, pegue uma caneta e faça uma lista com as três características que acha não terem sido boas durante o tempo em que estava com seus parceiros. Depois, escreva as três que foram muito gostosas na relação. Aí você já terá uma pista de começar a dar atenção para o que foi ruim e melhorar. Relação amorosa é como aquele slogan do comercial: tem de ser gostosa como a vida deve ser. Essa história de viver relações infelizes não dá ibope nem na novela das oito. Saia dessa e seja feliz! Você merece.”
“Não consigo guardar dinheiro”
ANTÍDOTO: “Os brasileiros (principalmente as brasileiras) têm essa tendência de gastar mais do que ganham. Isso é uma tragédia porque faz as pessoas passarem a vida no vermelho. Nossa! Haja stress. Os brasileiros precisam conhecer a força do dízimo (que vem desde a época do matemático Pitágoras), ou seja: a força de guardar 10% de tudo o que ganham, mesmo que estejam com dívidas. É um erro fugir do credor. Se você estiver endividada, pare tudo e negocie essa dívida, pare de dar uma de avestruz e fingir que não é com você. Quanto mais você foge, mais o buraco vira uma bola de neve. E, se sua relação com o dinheiro estiver muito ruim, faça-se essa pergunta: quem eu preciso muito perdoar? Ficou chocada? Pois, saiba que o ressentimento pode ser uma grande fonte de auto-sabotagem. Pense nessa pessoa que já foi tão importante na sua vida e pratique o perdão. Pode estar em pensamento mesmo. Sim, eu sei que pode ser uma experiência dolorida, mas pior que isso é viver sempre na insegurança e na frustração de não ter nenhum dinheiro guardado.”
“Só atraio pessoas erradas”
ANTÍDOTO: “Também é uma das queixas que mais ouço entre as mulheres. É mesmo muito fácil botar a culpa nos outros ou no destino. Mas veja: é fundamental lembrar que semelhante atrai semelhante. É muito duro de aceitar, mas é a mais pura verdade. E eu estou aqui para falar as verdades, certo? A água da torneira vai para o esgoto e acaba voltando para o mar. Se você está com raiva, vai atrair homens raivosos. Se é uma pessoa insegura, vai atrair inseguros. Caso tenha baixa auto-estima vai atrair homens que se acham uma droga e, é claro, isso vai influenciar a relação. Se pula muro durante o namoro, depois não reclame se descobrir que o seu parceiro também pula. Egocêntrica? Certamente vai atrair um narcisista. Então, tente ser o que você quer no outro. Melhore-se a cada dia. Reveja seus valores, suas atitudes. Lembre-se: gente amorosa atrai amor. Comece de onde você está. Não fique lamentando se era assim ou assado. O que passou, passou…”
“Depois de uma coisa boa sempre vem uma ruim”
ANTÍDOTO: “Se você gosta de mar, já deve ter observado que a onda vem e o surfista cai, a onda vem e ele cai de novo e assim sucessivamente… Mas isso não o abala nem um pouco, ele simplesmente monta na prancha e continua a sua jornada. Aqui é o planeta Terra, não o paraíso. Viver bem e feliz não é – não ter problemas – e sim aprender a resolvê-los, sem fazer disso uma tempestade em copo de água. A própria natureza tem seus ciclos: primavera-inverno. É preciso parar com essa mania de temer a adversidade. Antigamente dizia-se: mar manso não faz bom marinheiro! Uma amiga um dia disse que felicidade para ela é rir quando está na pior. Imagine quando ela está bem, então! Pare de se auto-sabotar querendo que as coisas boas acabem logo com medo das ruins. Assim você nunca vive o que é bom. E isso é mesmo uma pena. Viva o aqui e agora. Atenção ao presente!”

terça-feira, 30 de outubro de 2007

Visita dos alunos da APAE de Rosário Oeste à rádio Alvorada FM


E ainda queremos ter o direito de interromper a vida dos outros, sendo que não temos nem o direito de ter o direito da escolha consciente da nossa vida!!!
Viver e ter o direito da vida!!! Com eles aprendemos muito sobre a vida em que vivemos।


“O Direito à Vida e a Questão do Aborto”
Tramita na Câmara dos Deputados o substitutivo ao Projeto de Lei nº 1.135/91, apresentado pela Deputada Jandira Feghali do PC do B/RJ, que visa legalizar o aborto no Brasil. O substitutivo apresentado pela deputada comunista prevê a revogação dos artigos 124, 126, 127 e 128 do Código Penal, permitindo, com isso, que seja decretada a morte do nascituro até momentos antes do parto.
O assunto é delicado e exige uma análise sobre vários ângulos: político, social, jurídico, moral, religioso, filosófico etc. No entanto, gostaria de tecer alguns comentários acerca das questões jurídicas que envolvem o tema, sobretudo no tocante ao direito à vida.
O direito à vida é um direito fundamental do homem, porque é dele que decorrem todos os outros direitos. É também um direito natural, inerente à condição de ser humano. Por isso, a Constituição Federal do Brasil declara que o direito à vida é inviolável. Diz o artigo 5º da Constituição: “Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida...” (grifei).
Sabemos que todos os direitos são invioláveis; não existe direito passível de violação. Mas a Constituição Federal fez questão de frisar a inviolabilidade do direito à vida exatamente por se tratar de direito fundamental. Importante lembrar que a Constituição Federal é a Lei Maior do país, à qual devem se reportar todas as demais leis. Além disso, os direitos previstos no artigo 5º da Constituição Federal são “cláusulas pétreas”, isto é, são direitos que não podem ser suprimidos da Constituição, nem mesmo por emenda constitucional.
Não só a Constituição Federal do Brasil declara a inviolabilidade do direito à vida, como também acordos internacionais sobre Direitos Humanos que o Brasil assinou afirmam ser a vida inviolável. O principal desses acordos é Pacto de São José da Costa Rica, que em seu artigo 4º prevê: “Toda pessoa tem o direito de que se respeite sua vida. Esse direito deve ser protegido pela lei, em geral, desde o momento da concepção. Ninguém pode ser privado da vida arbitrariamente” (grifei). O Pacto de São José da Costa Rica entrou para o Ordenamento Jurídico Brasileiro através do Decreto 678/1992 e tem status de norma constitucional, vale dizer, deve ser observado pela legislação infraconstitucional.
Pois bem, se é indiscutível que a vida é um direito fundamental, e que a Constituição Federal e o Pacto de São José da Costa Rica o declaram inviolável, só nos resta saber quando começa a vida. Para isso nos valemos da ciência. Desde 1827, com Karl Ernest Von Baer, considerado o pai da embriologia moderna, descobriu-se que a vida humana começa na concepção, isto é, no momento em que o espermatozóide entra em contato com o óvulo, fato que ocorre já nas primeiras horas após a relação sexual. É nessa fase, na fase do zigoto, que toda a identidade genética do novo ser é definida. A partir daí, segundo a ciência, inicia a vida biológica do ser humano. Todos fomos concebidos assim. O que somos hoje, geneticamente, já o éramos desde a concepção.
É baseado nesse dado científico acerca do início da vida que o Pacto de São José da Costa Rica afirma que a vida deve ser protegida desde a concepção. E mesmo que não o dissesse expressamente isso seria óbvio, pois, a lei deve expressar a verdade das coisas, e se vale da ciência para formular seus preceitos. Ademais, reconhecendo que a vida começa na concepção, o Código Civil Brasileiro, em harmonia com a Constituição Federal e com o Pacto de São José da Costa Rica, afirma em seu artigo 2º que: “A personalidade civil da pessoa começa com o nascimento com vida; mas a lei põe a salvo, desde a concepção, os direitos do nascituro” (grifei). Ora, se a lei põe a salvo desde a concepção os direitos do nascituro, parece óbvio que ela põe a salvo o mais importante desses direitos, que é o direito à vida. Como bem leciona o Profº. Ives Gandra da Silva Martins, seria contraditório se a lei dissesse que todos os direitos do nascituro estão a salvo menos o direito à vida.
Sendo assim, todo ataque à vida do embrião significa uma violação do direito à vida. Por isso é que o atual Código Penal Brasileiro prevê punição para aqueles que atentem contra a vida do embrião, com penas que vão de 01 (um) a 10 (dez) anos de prisão. O mais interessante é que o crime de aborto está previsto no Título I da Parte Especial do Código Penal, que trata dos “Crimes Contra a Pessoa”, e no capítulo I daquele título, que trata dos “Crimes Contra a Vida”, o que demonstra claramente que a lei brasileira reconhece o embrião como uma pessoa viva!
Assim, com base científica e jurídica, nenhuma lei que vise legalizar o aborto no país pode ser aprovada. Se isso acontecer, estaremos violando a Constituição Federal, os Pactos sobre Direitos Humanos que o Brasil se obrigou a cumprir e todo o Ordenamento Jurídico Brasileiro. É nesse contexto que deve ser analisado o Projeto de Lei 1.135/91.
Concluo dizendo que se os parlamentares e o povo brasileiro não se preocuparem em aprovar leis que verdadeiramente promovam a felicidade e o engrandecimento do ser humano, sem violar os direitos fundamentais expressos na constituição, a sociedade brasileira está fadada ao fracasso. E apenas para refletir, deixo aqui uma frase do filósofo Montesquieu, extraída do livro “O Espírito das Leis”, que diz: “Tal é o efeito das más leis, que é preciso fazer leis ainda piores para conter o mal das primeiras”.

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